MEC afirma que, por ordem judicial, pôs mais 6 matrículas no sistema.
Lista, porém, desalinhou e outros nomes foram incluídos por engano.
Do G1, com informações do Jornal Nacional
No entanto, na hora de fazer a inclusão, a lista ficou desalinhada e nomes que não tinham sido selecionados foram incluídos. O erro só foi percebido e corrigido 20 minutos depois. O tempo foi suficiente para que estudantes em diferentes lugares do país chegassem a acreditar que iriam pra universidade.
No fim de semana, ao saber que havia sido aprovado no curso de medicina da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), o estudante Felipe Paiva comemorou raspando a cabeça.
O nome dele aparecia na lista do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), programa do Ministério da Educação (MEC) que usou a nota Enem no processo seletivo das universidades. No entanto, a festa do calouro durou pouco. Ao consultar novamente o site, verificou que não estava mais entre os aprovados. Outra estudante, Ana Clara, passou pela mesma situação.
A explicação do MEC é que houve um erro técnico. O ministério foi informado que teria de incluir entre os aprovados seis alunos que conseguiram vaga em universidades por meio de liminares concedidas pela Justiça.
No entanto, na hora de fazer a inclusão, a lista ficou desalinhada e nomes que não tinham sido selecionados foram incluídos. O erro só foi percebido e corrigido 20 minutos depois. O tempo foi suficiente para que estudantes em diferentes lugares do país chegassem a acreditar que iriam pra universidade.
Sistema
Assim que foi lançado, no final de janeiro, o sistema de seleção do MEC apresentou problemas. Ficou congestionado e houve muita reclamação. As críticas ao MEC, porém, já haviam começado em outubro do ano passado, quando ocorreu o vazamento das provas do Enem.
O MEC só vai saber quantos alunos foram prejudicados pela mudança na lista de espera na quarta-feira (17), quando sai o balanço final.
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