Como diz a música de Erasmo Carlos: "Dizem que a mulher é o sexo frágil, mas que mentira absurda".
De frágil as mulheres não têm nada. São fortes, valentes, audaciosas. Foi-se o tempo em que elas ficavam à beira do fogão a cozinhar, ou à beira da bacia a lavar.
Hoje, mulher, em seus tantos significados, vai além. É a representatividade da força, da vida, do amor. É simplesmente, mulher.
Rômulo d'Castro.

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